quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

ATERRO SANITÁRIO DE CAUCAIA REALIDADE AINDA NÃO É A IDEAL

Desde 1998, o Aterro Sanitário de Caucaia recebe também todo o lixo da Capital. Ainda longe do ideal, o local já dispensa melhores cuidados ao meio ambiente. A ideia é ampliar a capacidade no ano que vem
“Estamos anos-luz do ideal. Um atraso de, pelo menos, 100 anos do tratamento ideal que deveria ser dado ao que descartamos”, reconhece o tecnólogo em gestão ambiental Bruno dos Santos Moreno. Também analista de operações da Ecofor Ambiental, concessionária da Prefeitura responsável pela Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos da Capital, Bruno ressalta os ganhos humanos e ambientais com a transferência do destino dos resíduos do Jangurussu para o Aterro Sanitário Metropolitano Oeste de Caucaia (Asmoc), em 1998. Porém, admite. “Há muito para melhorarmos”.
Localizado a 15,8 quilômetros de Fortaleza, o Asmoc recebe, por dia, 4.600 toneladas de resíduos, sem seleção prévia de materiais para reciclagem. Desse montante, 15% corresponde ao lixo do município de Caucaia. De acordo com professor do curso de gestão ambiental, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFCE), Gemmelle Oliveira Santos, o aterro trabalha com segurança, frente a impactos ambientais, até 2014, com um limite extremo estendido até 2015.

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