quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

PROFESSORA RECLAMA DA POLUIÇÃO SONORA NO ICARAÍ

Atesta o Centro Integrado de Operação de Segurança (CIOPS) que o local de maior incidência de poluição sonora, no Ceará, é a praia do Icaraí, a 12 quilômetros de Fortaleza, na Costa Oeste. Um dos pontos mais críticos á a área paralela à avenida principal, chamada popularmente de “Avenida da Folia”, o que bem traduz o porquê do Icaraí ser o maior foco de reclamação, no Ceará, quando o assunto é poluição sonora.
Tratar desse tema necessita claramente, de uma abordagem interdisciplinar: Educação, Psicologia, Ética, Direito, Segurança Publica, entre outras disciplinas Discussões sobre “poluição sonora” produzem questões de ordem ético-estética: “Quais sons queremos e podemos produzir, conservar ou eliminar das “paisagens sonoras” em que estamos inseridos?”
Vivemos numa sociedade em que são fabricados “lixos sonoros”, e estes são emitidos em qualquer lugar, a qualquer hora em qualquer volume. Com efeito, tais objetos sonoros são capazes de, ofensivamente, saturar até o esgotamento nossas faculdades psicofisiológicas.
A pergunta que vem, nesse ponto, a calhar é: “o que autoriza alguém a impor ao outro o que não foi por este demandado?” Em Educação Musical, há um importante espaço a ser ocupado pelo quesito meio ambiente. É indispensável que escolas – refiro-me a escolas comuns, não apenas a escolas de músicas, conservatórios musicais etc. – levem em consideração o aumento indiscriminado do ruído ambiental, com severas conseqüências para o bem-estar das pessoas. A presença da dimensão sonoro-ecológica em atividades dos currículos escolares é, certamente, da maior importância, isso porque a Educação é, em última análise, fundante na construção do processo civilizatório. (Profº. Universitária de Música e Psicóloga.)

LÁ VOU EU: Cadê o IMAC (Instituto do Meio Ambiente de Caucaia). Cadê a Guarda Municipal. Cadê A Autarquia Municipal de Trânsito. Cadê o prefeito de Caucaia. A prefeitura é só cabide de empregos para os amigos do rei?

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